As razões de lágrimas inexistentes...
Seria uma falta sentida, uma ausência irreal, seria um novo sonho quando todos os outros morreram, seria um novo entendimento daquela velha frase, seria uma vontade de tentar diferente, seria uma falta ao lado, seria uma saudade das coisas tolas, seria uma letra diferente, seria até mesmo o toque... Poderia ser o suor de satisfação ou até mesmo o do esforço, seria uma voz longe que faz pensar, seria a música que é teclada, seria o beijo dado, seria a imagem distorcida, seria o apito final, o alarme do carro, o fósforo do aquecimento, o brilho vindo da janela ou até mesmo o picadeiro de uma discussão... Só que não é nada aqui, sem você.
Junho 29, 2009
Junho 14, 2009
Tingiu-se de fosco colorido...
Um céu outrora branco e listrado de promessa se pôs a lamentar-se. Correu-se por veias divinas cheio de lamentação e confuso de Sol e Chuva. Hiportemia barata do amor, com lágrimas secas de uma pétala cor de violeta. Pergaminho ditando um caminho doloroso e cintilante, de brilho eterno, rumo ao desconhecido jardim infantil. Se fosse amor não seria notado, com flash embutidos na gola alta da surpresa... Se fosse amor não seria ruído de dentes feitos para bater... Se fosse amor seria um anúncio de infinito com data de validade. As portas pratas que abriam o desfecho tinham um ar de mistério... Os poucos atentos viram o pedido mortal pixado em seu rodapé... Os poucos atentos ouviram, ao bater, as notas fúnebres de uma canção mal-resolvida... Os poucos atentos olharam os pássaros voando para longe. E se bateu! Como bater asas? Não! Como bater ovos na frigideira? Quase! Ele sentiu-se encurralado demais... E correu pelos cantos! Só se deparou nas portas do labirinto que não fora construído, não fora planejado e não fora instruído. Seu amor selou a carta resposta e atravessou a avenida desenhada a sua frente... Sol e chuva pintaram de vermelho a rosa descabelada.
Um céu outrora branco e listrado de promessa se pôs a lamentar-se. Correu-se por veias divinas cheio de lamentação e confuso de Sol e Chuva. Hiportemia barata do amor, com lágrimas secas de uma pétala cor de violeta. Pergaminho ditando um caminho doloroso e cintilante, de brilho eterno, rumo ao desconhecido jardim infantil. Se fosse amor não seria notado, com flash embutidos na gola alta da surpresa... Se fosse amor não seria ruído de dentes feitos para bater... Se fosse amor seria um anúncio de infinito com data de validade. As portas pratas que abriam o desfecho tinham um ar de mistério... Os poucos atentos viram o pedido mortal pixado em seu rodapé... Os poucos atentos ouviram, ao bater, as notas fúnebres de uma canção mal-resolvida... Os poucos atentos olharam os pássaros voando para longe. E se bateu! Como bater asas? Não! Como bater ovos na frigideira? Quase! Ele sentiu-se encurralado demais... E correu pelos cantos! Só se deparou nas portas do labirinto que não fora construído, não fora planejado e não fora instruído. Seu amor selou a carta resposta e atravessou a avenida desenhada a sua frente... Sol e chuva pintaram de vermelho a rosa descabelada.
Maio 22, 2009
Os mesmos sapatos...
Que outrora desbravaram dificuldades e novos caminhos, que foram guias em dias perdidos, que conheceram muitas pessoas de sotaques diferentes e que ouviram muitas histórias. Um sapato vive o que a pessoa decide, seus caminhos e decisões, suas lutas e vitórias... Seu suor e seu orgulho. Foram esquecidos por muito tempo, anos se passaram... E, no mesmo espírito anterior, calçaram confortavelmente e se puseram a andar por terrenos de onde eles nasceram mas, pela ironia do destino, nunca houvera andado. Depois de anos, os sapatos tão surrados, conheceram a cidade onde foram feitos e comprados... Onde, há anos atrás, encontrou um par de pés, tão perdidos quanto eles e, juntos sempre, venceram inúmeras lutas... Inúmeras trapaças e desconfianças... E juntos, novamente, deram, ao dono de tudo, as memórias passadas e, juntos, prometeram, pelo pouco tempo que resta dos sapatos, virar mais uma página da vida do dono e vencer mais algumas batalhas. E por isso que eu olhei para eles e sorri, como quem sorri para o sol após uma tormenta infinita... A página que nunca seria cerrada, começou a virar.
Que outrora desbravaram dificuldades e novos caminhos, que foram guias em dias perdidos, que conheceram muitas pessoas de sotaques diferentes e que ouviram muitas histórias. Um sapato vive o que a pessoa decide, seus caminhos e decisões, suas lutas e vitórias... Seu suor e seu orgulho. Foram esquecidos por muito tempo, anos se passaram... E, no mesmo espírito anterior, calçaram confortavelmente e se puseram a andar por terrenos de onde eles nasceram mas, pela ironia do destino, nunca houvera andado. Depois de anos, os sapatos tão surrados, conheceram a cidade onde foram feitos e comprados... Onde, há anos atrás, encontrou um par de pés, tão perdidos quanto eles e, juntos sempre, venceram inúmeras lutas... Inúmeras trapaças e desconfianças... E juntos, novamente, deram, ao dono de tudo, as memórias passadas e, juntos, prometeram, pelo pouco tempo que resta dos sapatos, virar mais uma página da vida do dono e vencer mais algumas batalhas. E por isso que eu olhei para eles e sorri, como quem sorri para o sol após uma tormenta infinita... A página que nunca seria cerrada, começou a virar.
Maio 12, 2009
Green Day - 21st Century Breakdown
Talvez o mais aguardado CD do Green Day, talvez não... Mas, como li em muito lugares... Lançar um CD após o épico American Idiot é uma tarefa um tanto complicada. Não que eu não acredite na capacidade da "melhor banda do mundo", mas ainda assim, acho complexo demais. A resenha do Zonapunk diz algo como "Depois do American Idiot, eles tinham 2 caminhos... Ou voltar origens ou fazer um álbum parecido..." E eles escolheram a segunda, logicamente, pela complexidade que sempre fez de Green Day uma banda e não mais uma das bandinhas que fazem um hit na Joven Pan e somem na próxima esquina.
Com esse espírito, eu escrevo ouvindo "Song of the Century" que canta em uma voz abafada um cenário que o CD todo vai andar. O som do Século bate no teu ouvido manso e o convida a cantá-lo para o Billie Joe... E aí, acaba... Para começar a primeira música vazada na internet... A que dá nome ao CD, ao que dá nome a mais essa epopéia, "21st Century Breakdown" chega com um piano e vai ganhando força, seus 5:09 fazem ser quase uma Jesus of Suburbia, tem "uhh uhhh" de back, a voz do Billie é a normal que conhecemos, melada e com uns suspiros no fim... Com um pré-refrão poderoso que muita frase de MSN ou de "humor" no orkut vai estampar: " My generation is zero...I never made it as a working class hero..." a mudança de ritmo poderia constatar outra música dentro da mesma, mas não dessa vez (O CD já é dividido em atos, estamos no primeiro: "HEROES AND CONS"), a música cresce com a memória e conforme vamos conhecendo o mundo que fez crescer e explode numa parada meio Queen, meio sing along antigo... Meio Green Day... Pra começar o primeiro single do CD, "Do You Know Your Enemy?" todo CD do GD precisa de um primeiro single... Imagine logo de cara um "American Idiot" certo? QUASE! Os riffs, a base da música, a forma de cantar lembram... Mas com um sing along muito mais pesado... Acredito ver berrar um estádio inteiro em pulos... Uma das estrofes prediletas:
"Violence is an energy... From here to eternity... Violence is an energy... Silence is the enemy... So gimme gimme revolution"
Tem até uma paradinha pro BJ falar que devemos questionar nosso governo, discurso básico presente hoje já...
Voltam os pianos, "!VIVA LA GLORIA!" começa amena, calma, lindamente explode em um digno "St Jimmy" mais pesado, rápido... Daqueles que você vira pro lado e só tem tempo de falar "FU..." pq o resto da palavra já explode com a música... Uma perfeita música e digo que minha predileta do álbum! As músicas sempre terminam... Diferente do American Idiot que as músicas se completavam ou até "continuavam", em 21st não tem nada disso... O ambiente é o mesmo, porém as músicas realmente parecem cacos deixados pelo caminho da vida que foram quebrados em um mesmo momento e, por isso, parecem se encaixar perfeitamente. Before the Lobotomy, tem um início meio POP demais, meio alguma banda perdida nestas FM's... Tipo Creed e afins... A voz é abafada novamente, uma música triste, uma Wake me Up, mais séria (não que Wake me up não seja! Pelo amor de deus!)... A música explode mas nada que perca o apelo POP que ela se propôs... Ainda acho que essa será muito executada , é um rock de rádio e bonita. Ah, nesta música conhecemos a "angústia" do segundo personagem do CD Christian... Christian e Gloria formam o casal que Jesus (e/ou Jimmy) e Whatshername fizeram bem em American Idiot. A música, vale destacar, tem 4 momentos distintos que crescem e morrem na mesma inicial... As mesmas frases, a mesma angustia, a mesma tristeza... É como se fossem aqueles dias que você acorda mal, explode no dia e ve, na mesma noite, que a vida vai ser um eterno ciclo...
Agora vem uma das músicas que pra mim são o maior mistério do álbum... Não me recordo de momento nenhuma música parecida, algo como Insomniac, "parecido" com Manson, mas depois explode em uma das melhores músicas do Disco... Christian's Inferno, te deixa com a porra do "Whoaaa Christian's Inferno" na cabeça... E você balançando ela enquanto dirige... É pesada e boa!
A viagem continua... E eu posso estar muito errado (E me corrigam se não parecer), mas "last night on the earth" é 80% igual a "Três Rios" Do Skank... Até alguma música perdida na minha mente do Acústicos e Valvulados... As batidas, a levada... Quando ouvi falei "Porra! O que o Skank tá fazendo aqui?" Ouçam as 2 músicas e me falem se não é igual. Algo que o Green Day nunca fez! Nada tão dessa maneira... Sem maiores comentários, quem sabe eu me acostume a esta música? A letra é perfeita... E ae começa o que o Wlad Cruz falou "A maior influencia deste álbum é o próprio Green Day", East Jesus Nowhere, poderia ser facilmente um B-SIDE do American Idiot, Peacemaker é um novo início para "Misery" de Warning (E ai de quem discordar!), Last of the American Girls é tão Warning também que me faz ter vontade de ouvir "Church on Sunday" depois... "Murder City" é Nimrod na minha opinião, começa como Dookie, mas cai para um pop bom! Se ela estivesse depois de Haushinka ninguém notaria, voltamos a "Viva La Gloria (Little Girl)" (tem 2 músicas no CD, mas distintas) e temos uma outra continuação de Misery, os riffs, os backs, a forma como a música cresce e tudo mais. Mais linda, mais robusta e melhor trabalhada, como todo o álbum... Mas nada que apague e/ou enjoa... Restless Heart Syndrome, volta pro Skank de 3 rios, meio Queen, meio U2, meio bleh demais... É bonita, mas sei lá! No final explode como em Boulevard, como explode sempre... Horseshoes and Handgranade é estranhamente perfeita também. Uma música rápida, pesada, diferente e aquelas que você acompanha, pois o ritmo é manjado. Tenho algumas músicas parecidas na cabeça, mas nenhuma que eu lembre o nome agora.
The Static Age, me abre como se fosse uma música que fosse lançada em 99, entre Nimrod e Warning! A mescla é perfeita e começa assim a fechar o álbum... 21 Guns é acústica que tava faltando no CD, uma acústica com base de piano e todo o espírito de "Boulevard of Broken Dreams"... Alguns vão falar que esta e Restless são parecidas, não na minha audição. Apesar que você com certeza ouve e fala "Essa música repetiu ???" mas elas tem suas diferenças que faz "21 Guns" mais especial do que o resto das acústicas do álbum... Lembra de Letterbomb? Que tinha uma entradinha que era lembrada? Então... Aqui também rola! Song of the Century rola com uma letra diferente, mas é feita no mesmo molde. American Eulogy, esta música em questão, se divide em 2 ... Mass Hysteria é aquelas que a gente gosta de GD, tem seu lado POP mas te deixa pulando e te faz querer cantar na velocidade dela... Junto dela começa a Modern World, que é perfeita no refrão, tem uma participação de alguém cantando junto com o Billie que eu ainda não sei quem é (ou não li!). É uma Deadbeat Holiday, do Warning, anos luz melhor... A segunda parte, é muito grudenta e te deixa cantando e enrolando a lingua pra cantar! É aquela luz no final do túnel... Que Green Day é mesmo fantástico! Que com um CD de 18 músicas, chega na penúltima com uma energia absurda... E já rolou 1 hora de música e eles não perdem o pique... É absurdo.... E o final do CD é igual ao início... Se na American Eulogy, tivemos a Song of The Century, na última "See The Light" temos os pianos de "21st Century Breakdown" em um dos sing alongs mais bem feitos que já vi do Green Day... Esqueça Whatshername, esqueça F.O.D. e todos os finais de álbum do Green Day... Esqueça que todos são ruins! Este é perfeito! É uma intimação para você tocar a porra do CD denovo, deixar em um repeat infinito, em uma eterna audição de 21st Century Breakdown, que nunca termina, que sempre se recicla e te faz ouvir cada vez mais uma parte melhor. PERFEITO FIM! REPEAT NISSO!
No todo, o cd é grandioso e não massante! É abstrato mas ainda original, é estranho mas contém sempre um brilho. Poderia ser melhor, mas poderia ser MUITO pior. O Green Day ganha em genialidade, porém alguns ainda vão achar que eles se perdem no tamanho da produção musical que o "trio" chegou. Talvez seja verdade, mas eu ainda prefiro ouvir as músicas com o brilho de "Caralho! Olha o que eles fizeram agora!". Talvez soe apelativo, com muitas melodias pop's radiofônica, mas que trilham o mesmo caminho, iniciado em Warning, explosivo em American Idiot e continuo agora... Uma vida, normal que segue pelos caminhos das dificuldades e da visão conturbada de um mundo impossível de "controlar".
Alguns falam que poderia vir um novo Dookie ou um Kerplunk, isso pra mim é como um sonho tão grande, mas tão grande, que comparo a acertar sozinho, os 6 números da Mega-Sena acumulada em R$40 milhões... Prefiro o Green Day assim, se mostrando capaz de fazer um CD ou uma obra qualquer que todo mundo fale "CARALHO! QUE FODA!", que toque uma guitarra de uma maneira que me faça lembrar um som de 98 e outro tão novo que até eles se perdem ao fazer....
E isso é "só" o que o novo século do Green Day mostra!
Talvez o mais aguardado CD do Green Day, talvez não... Mas, como li em muito lugares... Lançar um CD após o épico American Idiot é uma tarefa um tanto complicada. Não que eu não acredite na capacidade da "melhor banda do mundo", mas ainda assim, acho complexo demais. A resenha do Zonapunk diz algo como "Depois do American Idiot, eles tinham 2 caminhos... Ou voltar origens ou fazer um álbum parecido..." E eles escolheram a segunda, logicamente, pela complexidade que sempre fez de Green Day uma banda e não mais uma das bandinhas que fazem um hit na Joven Pan e somem na próxima esquina.
Com esse espírito, eu escrevo ouvindo "Song of the Century" que canta em uma voz abafada um cenário que o CD todo vai andar. O som do Século bate no teu ouvido manso e o convida a cantá-lo para o Billie Joe... E aí, acaba... Para começar a primeira música vazada na internet... A que dá nome ao CD, ao que dá nome a mais essa epopéia, "21st Century Breakdown" chega com um piano e vai ganhando força, seus 5:09 fazem ser quase uma Jesus of Suburbia, tem "uhh uhhh" de back, a voz do Billie é a normal que conhecemos, melada e com uns suspiros no fim... Com um pré-refrão poderoso que muita frase de MSN ou de "humor" no orkut vai estampar: " My generation is zero...I never made it as a working class hero..." a mudança de ritmo poderia constatar outra música dentro da mesma, mas não dessa vez (O CD já é dividido em atos, estamos no primeiro: "HEROES AND CONS"), a música cresce com a memória e conforme vamos conhecendo o mundo que fez crescer e explode numa parada meio Queen, meio sing along antigo... Meio Green Day... Pra começar o primeiro single do CD, "Do You Know Your Enemy?" todo CD do GD precisa de um primeiro single... Imagine logo de cara um "American Idiot" certo? QUASE! Os riffs, a base da música, a forma de cantar lembram... Mas com um sing along muito mais pesado... Acredito ver berrar um estádio inteiro em pulos... Uma das estrofes prediletas:
"Violence is an energy... From here to eternity... Violence is an energy... Silence is the enemy... So gimme gimme revolution"
Tem até uma paradinha pro BJ falar que devemos questionar nosso governo, discurso básico presente hoje já...
Voltam os pianos, "!VIVA LA GLORIA!" começa amena, calma, lindamente explode em um digno "St Jimmy" mais pesado, rápido... Daqueles que você vira pro lado e só tem tempo de falar "FU..." pq o resto da palavra já explode com a música... Uma perfeita música e digo que minha predileta do álbum! As músicas sempre terminam... Diferente do American Idiot que as músicas se completavam ou até "continuavam", em 21st não tem nada disso... O ambiente é o mesmo, porém as músicas realmente parecem cacos deixados pelo caminho da vida que foram quebrados em um mesmo momento e, por isso, parecem se encaixar perfeitamente. Before the Lobotomy, tem um início meio POP demais, meio alguma banda perdida nestas FM's... Tipo Creed e afins... A voz é abafada novamente, uma música triste, uma Wake me Up, mais séria (não que Wake me up não seja! Pelo amor de deus!)... A música explode mas nada que perca o apelo POP que ela se propôs... Ainda acho que essa será muito executada , é um rock de rádio e bonita. Ah, nesta música conhecemos a "angústia" do segundo personagem do CD Christian... Christian e Gloria formam o casal que Jesus (e/ou Jimmy) e Whatshername fizeram bem em American Idiot. A música, vale destacar, tem 4 momentos distintos que crescem e morrem na mesma inicial... As mesmas frases, a mesma angustia, a mesma tristeza... É como se fossem aqueles dias que você acorda mal, explode no dia e ve, na mesma noite, que a vida vai ser um eterno ciclo...
Agora vem uma das músicas que pra mim são o maior mistério do álbum... Não me recordo de momento nenhuma música parecida, algo como Insomniac, "parecido" com Manson, mas depois explode em uma das melhores músicas do Disco... Christian's Inferno, te deixa com a porra do "Whoaaa Christian's Inferno" na cabeça... E você balançando ela enquanto dirige... É pesada e boa!
A viagem continua... E eu posso estar muito errado (E me corrigam se não parecer), mas "last night on the earth" é 80% igual a "Três Rios" Do Skank... Até alguma música perdida na minha mente do Acústicos e Valvulados... As batidas, a levada... Quando ouvi falei "Porra! O que o Skank tá fazendo aqui?" Ouçam as 2 músicas e me falem se não é igual. Algo que o Green Day nunca fez! Nada tão dessa maneira... Sem maiores comentários, quem sabe eu me acostume a esta música? A letra é perfeita... E ae começa o que o Wlad Cruz falou "A maior influencia deste álbum é o próprio Green Day", East Jesus Nowhere, poderia ser facilmente um B-SIDE do American Idiot, Peacemaker é um novo início para "Misery" de Warning (E ai de quem discordar!), Last of the American Girls é tão Warning também que me faz ter vontade de ouvir "Church on Sunday" depois... "Murder City" é Nimrod na minha opinião, começa como Dookie, mas cai para um pop bom! Se ela estivesse depois de Haushinka ninguém notaria, voltamos a "Viva La Gloria (Little Girl)" (tem 2 músicas no CD, mas distintas) e temos uma outra continuação de Misery, os riffs, os backs, a forma como a música cresce e tudo mais. Mais linda, mais robusta e melhor trabalhada, como todo o álbum... Mas nada que apague e/ou enjoa... Restless Heart Syndrome, volta pro Skank de 3 rios, meio Queen, meio U2, meio bleh demais... É bonita, mas sei lá! No final explode como em Boulevard, como explode sempre... Horseshoes and Handgranade é estranhamente perfeita também. Uma música rápida, pesada, diferente e aquelas que você acompanha, pois o ritmo é manjado. Tenho algumas músicas parecidas na cabeça, mas nenhuma que eu lembre o nome agora.
The Static Age, me abre como se fosse uma música que fosse lançada em 99, entre Nimrod e Warning! A mescla é perfeita e começa assim a fechar o álbum... 21 Guns é acústica que tava faltando no CD, uma acústica com base de piano e todo o espírito de "Boulevard of Broken Dreams"... Alguns vão falar que esta e Restless são parecidas, não na minha audição. Apesar que você com certeza ouve e fala "Essa música repetiu ???" mas elas tem suas diferenças que faz "21 Guns" mais especial do que o resto das acústicas do álbum... Lembra de Letterbomb? Que tinha uma entradinha que era lembrada? Então... Aqui também rola! Song of the Century rola com uma letra diferente, mas é feita no mesmo molde. American Eulogy, esta música em questão, se divide em 2 ... Mass Hysteria é aquelas que a gente gosta de GD, tem seu lado POP mas te deixa pulando e te faz querer cantar na velocidade dela... Junto dela começa a Modern World, que é perfeita no refrão, tem uma participação de alguém cantando junto com o Billie que eu ainda não sei quem é (ou não li!). É uma Deadbeat Holiday, do Warning, anos luz melhor... A segunda parte, é muito grudenta e te deixa cantando e enrolando a lingua pra cantar! É aquela luz no final do túnel... Que Green Day é mesmo fantástico! Que com um CD de 18 músicas, chega na penúltima com uma energia absurda... E já rolou 1 hora de música e eles não perdem o pique... É absurdo.... E o final do CD é igual ao início... Se na American Eulogy, tivemos a Song of The Century, na última "See The Light" temos os pianos de "21st Century Breakdown" em um dos sing alongs mais bem feitos que já vi do Green Day... Esqueça Whatshername, esqueça F.O.D. e todos os finais de álbum do Green Day... Esqueça que todos são ruins! Este é perfeito! É uma intimação para você tocar a porra do CD denovo, deixar em um repeat infinito, em uma eterna audição de 21st Century Breakdown, que nunca termina, que sempre se recicla e te faz ouvir cada vez mais uma parte melhor. PERFEITO FIM! REPEAT NISSO!
No todo, o cd é grandioso e não massante! É abstrato mas ainda original, é estranho mas contém sempre um brilho. Poderia ser melhor, mas poderia ser MUITO pior. O Green Day ganha em genialidade, porém alguns ainda vão achar que eles se perdem no tamanho da produção musical que o "trio" chegou. Talvez seja verdade, mas eu ainda prefiro ouvir as músicas com o brilho de "Caralho! Olha o que eles fizeram agora!". Talvez soe apelativo, com muitas melodias pop's radiofônica, mas que trilham o mesmo caminho, iniciado em Warning, explosivo em American Idiot e continuo agora... Uma vida, normal que segue pelos caminhos das dificuldades e da visão conturbada de um mundo impossível de "controlar".
Alguns falam que poderia vir um novo Dookie ou um Kerplunk, isso pra mim é como um sonho tão grande, mas tão grande, que comparo a acertar sozinho, os 6 números da Mega-Sena acumulada em R$40 milhões... Prefiro o Green Day assim, se mostrando capaz de fazer um CD ou uma obra qualquer que todo mundo fale "CARALHO! QUE FODA!", que toque uma guitarra de uma maneira que me faça lembrar um som de 98 e outro tão novo que até eles se perdem ao fazer....
E isso é "só" o que o novo século do Green Day mostra!
Maio 10, 2009
Minha Coleção de Cervejas...
Na verdade foi presente de aniversário, da Ahura, porém, já que são minhas, nomeia-as de Minha Coleção. São 12 cervejas, importadas (algumas produzidas no Brasil) e de variações alcóolicas maiores que as cervejas daqui. Após breve catálogo, farei a minha percepção de cada uma. Colocarei nesta lista as já provadas, Karmeliet e Duvel (já provei todas as Leffe's, porém pelo nível alcoolico anterior, dificilmente eu lembraria de qual foi o gosto!) que foram presente do Rafa... As outras, vão aparecer aqui conforme for bebendo e escrevendo sobre elas...Para começar, a melhor cerveja que já tomei em vida...
Karmeliet - ORIGEM: Bélgica - Teor: 8.4% - Tipo: EspecialÉ o que chamam de cerveja de ouro, sabor forte e levemente adocicado. Pelo teor, é forte, porém não é quase percebido, porém com 2 o estrago deve ser monstruoso. Sua composição é de aveia, trigo e malte. O tipo dela é considerado Especial, porém a receita original é de monasteiro... E graças a deus eles produzem cerveja! Provei a de 330ml, o que foi uma pena, pois no final já comecei a sonhar com outra...
Duvel - ORIGEM: Bélgica - Teor: 8.5% - Tipo: EspecialCom um sabor mais forte que a Karmeliet, de cor dourada também, teve seu nome batizado quando alguém berrou "É o diabo das cervejas" (Duvel é Diabo). Sempre achei que tinha uma lembrança de frutas e, ao ver a elaboração, tem aromas frutados e de tabaco. O Rafa ao tomar a primeira vez, colocou uma foto com a legenda "Apesar de pequena, não é inocente" e é bem por ae... Com uma você fica realmente alto, o sabor é prolongado, a testura é realmente especial e faz a Duvel ter sido uma das minhas favoritas.
O que vem por ae:
OETTINGER - ORIGEM: Alemanha - Teor: 4.7% - Tipo: Pilsen
BITBURGER - ORIGEM: Alemanha - Teor: 4.8% - Tipo: Pilsen
CHIMAY - ORIGEM: Bélgica - Teor: 8% - Tipo: Especial
HOEGAARDEN - ORIGEM: Bélgica - Teor: 4.9% - Tipo: White
LEFFE - ORIGEM: Bélgica - Teor: 6.5% - Tipo: Brown (Escura)
OLD SPECKLED HEN - ORIGEM: Inglaterra - Teor: 5.2% - Tipo: Ale
CORONA - ORIGEM: México - Teor: 4.6% - Tipo: Pilsen
1795 - ORIGEM: Rep. Tcheca - Teor: 4.7% - Tipo: Premium Large
QUILMES - ORIGEM: Argentina - Teor: 4.9% - Tipo: Pilsen
ERDINGER - ORIGEM: Alemanha - Teor: 5.3% - Tipo: Clara Trigo
WEIHENSTEPHANER - ORIGEM: Alemanha - Teor: 5.4% - Tipo: Clara Trigo
PAULANER - ORIGEM: Alemanha - Teor: 5.3% - Tipo: Escura Trigo
Na verdade foi presente de aniversário, da Ahura, porém, já que são minhas, nomeia-as de Minha Coleção. São 12 cervejas, importadas (algumas produzidas no Brasil) e de variações alcóolicas maiores que as cervejas daqui. Após breve catálogo, farei a minha percepção de cada uma. Colocarei nesta lista as já provadas, Karmeliet e Duvel (já provei todas as Leffe's, porém pelo nível alcoolico anterior, dificilmente eu lembraria de qual foi o gosto!) que foram presente do Rafa... As outras, vão aparecer aqui conforme for bebendo e escrevendo sobre elas...Para começar, a melhor cerveja que já tomei em vida...
Karmeliet - ORIGEM: Bélgica - Teor: 8.4% - Tipo: EspecialÉ o que chamam de cerveja de ouro, sabor forte e levemente adocicado. Pelo teor, é forte, porém não é quase percebido, porém com 2 o estrago deve ser monstruoso. Sua composição é de aveia, trigo e malte. O tipo dela é considerado Especial, porém a receita original é de monasteiro... E graças a deus eles produzem cerveja! Provei a de 330ml, o que foi uma pena, pois no final já comecei a sonhar com outra...
Duvel - ORIGEM: Bélgica - Teor: 8.5% - Tipo: EspecialCom um sabor mais forte que a Karmeliet, de cor dourada também, teve seu nome batizado quando alguém berrou "É o diabo das cervejas" (Duvel é Diabo). Sempre achei que tinha uma lembrança de frutas e, ao ver a elaboração, tem aromas frutados e de tabaco. O Rafa ao tomar a primeira vez, colocou uma foto com a legenda "Apesar de pequena, não é inocente" e é bem por ae... Com uma você fica realmente alto, o sabor é prolongado, a testura é realmente especial e faz a Duvel ter sido uma das minhas favoritas.
O que vem por ae:
OETTINGER - ORIGEM: Alemanha - Teor: 4.7% - Tipo: Pilsen
BITBURGER - ORIGEM: Alemanha - Teor: 4.8% - Tipo: Pilsen
CHIMAY - ORIGEM: Bélgica - Teor: 8% - Tipo: Especial
HOEGAARDEN - ORIGEM: Bélgica - Teor: 4.9% - Tipo: White
LEFFE - ORIGEM: Bélgica - Teor: 6.5% - Tipo: Brown (Escura)
OLD SPECKLED HEN - ORIGEM: Inglaterra - Teor: 5.2% - Tipo: Ale
CORONA - ORIGEM: México - Teor: 4.6% - Tipo: Pilsen
1795 - ORIGEM: Rep. Tcheca - Teor: 4.7% - Tipo: Premium Large
QUILMES - ORIGEM: Argentina - Teor: 4.9% - Tipo: Pilsen
ERDINGER - ORIGEM: Alemanha - Teor: 5.3% - Tipo: Clara Trigo
WEIHENSTEPHANER - ORIGEM: Alemanha - Teor: 5.4% - Tipo: Clara Trigo
PAULANER - ORIGEM: Alemanha - Teor: 5.3% - Tipo: Escura Trigo